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Cães do Cerrado no Festival Goma

No fim de semana do dia 25, a banda de Pegada Cães do Cerrado foi a nossa representante no festival Goma em Uberlândia. Deem uma olhada aqui em tudo que rolou nessa saga canina pela Triângulo Mineiro!

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Festival Goma em Uberlândia, MG

Festival GOMA 2009

O Pegada também está participando do Festival Goma, com a banda Cães do Cerrado, quye irá tocar na última noite de shows!

Não deixe de assistir, dia 24/5!

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Goma lança sua moeda complementar

O Coletivo Goma, de Uberlândia (MG), lança, em breve, o Goma Card, a moeda complementar que vai dar inícios às ações efetivas do Coletivo como gestor de economia solidária.

Segundo Talles Lopes, coordenador de planejamento do Goma, o Goma Card já está funcionando em etapa piloto para alguns serviços. “Mas o lançamento oficial será no Festival Goma”, completa. Também, em breve, será lançada a tabela com os serviços que poderão ser pagos com a moeda.

O trabalho com o “card” teve início em Cuiabá através do Cubo Card, que em 2008 se tornou uma moeda efetiva, trabalhada fisicamente, impressa em papel moeda. O lançamento ocorreu durante o Congresso Fora do Eixo, no Festival Calango de 2008.

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Acompanhando a Turnê de Pegada

Que tal dar uma espiada em a quantas andas a Turnê de Pegada pelo Centro-Oeste brasileiro?

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No blog Pegada na Estrada você acompanha o que acontece nesses 4 mil km percorridos pelas bandas Nuda, StereotaxiCo e pela DJ Mi Simpatia.

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Turnê de Pegada!

Grito Rock põe bandas do Nordeste e de MG para circularem pelo Centro-Oeste

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O Pegada vai por o pé na estrada e vai levar uma penca de gente junto. StereotaxiCo e DJ Mi Simpatia (Pegada) e Nuda (PE) se encontram em Belo Horizonte a caminho de Uberlândia, no Trângulo Mineiro, onde se juntam à banda O Garfo (CE), para continuar a viagem rumo à Cuiabá, no Mato Grosso, passando também por Goiânia (GO) e Brasília (DF). A longa jornada começa na sexta-feira de manhã, logo após a primeira noite do Grito Rock Belo Horizonte, n´A Obra, na quinta-feira, 19.

Se não fosse pelo Grito Rock, uma turnê como esta jamais poderia acontecer. São cinco estados envolvidos diretamente (MG, PE, CE, GO e MT) + o Distrito Federal. Além disso, O Garfo, virá a BH para tocar na Festa à Fórceps do dia 27/2, e no dia seguinte sobe o mapa até Montes Claros, onde participa do Grito Rock de lá. E o Nuda irá à São Paulo para mais uma apresentação, após o fim da gira.

Confira a programação da turnê:

19/2 – Belo Horizonte (MG)
20/2 – Uberlândia (MG)
21/2 – Goiânia (GO)
22/2 – Cuiabá (MT)
24/2 – Brasília (DF)

E a viagem não se resume apenas a um bando de gente indo tocar em várias cidades. Além da aproximação pessoal com protagonistas da cena independente de diferentes partes do país, o Pegada irá levar também os produtos que, normalmente, estão à venda nas barraquinhas armadas durante os eventos em BH. CDs, bottons, camisetas, adesivos, irão circular pelo país, levando a cara da cena independente de BH para vários lugares.

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StereotaxiCo sairá em turnê pela primeira vez - Foto: jjbz


Circulação também dentro de MG

Mas não apenas de turnês pelos confins deste país vive a cena independente. Se as bandas não encontrarem espaço dentro de seus próprios estados, de nada adianta escolher uma banda para rodar o Centro-Oeste.

O Pegada, juntamente com os coletivos Azimute, Fórceps e Anti-Herói realizaram a maior ação de Prévias Inetgradas dos Gritos Rock pelo Brasil. BH, Vespasiano, Sabará e Divinópolis se uniram para colocar as bandas locais para rodar o estado. Como resultado disso, quem tocou nas prévias de suas cidades, mas não foi selecionado pelo público para o festival, conseguiu datas nos Gritos Rock promovidos nas outras cidades. Casos como da banda Cães do Cerrado, que não levou a vaga em BH, mas se apresenta no Grito Rock em Sabará e Vespasiano, mostram que a integração é um caminho mais do que certo para o fortalecimento da cena independente e da criação de um circuito dentro dos estados.

Stephanie Boaventura

Cães do Cerrado: não levaram em BH, mas ganharam Sabará e Vespasiano nas prévias integradas - Foto: Stephanie Boaventura

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Pegada & Fórceps visitam o Goma!

Confira abaixo, no relato de Flávio Charchar, a visita que o coletivo Pegada fez ao Goma em Uberlândia no último fim de semana!

Nesse sábado, dia 26 de outubro, aconteceu a 1ª Noite do Circuito Mineiro de Música Independente em Uberlândia, na sede do GOMA. O Pegada, juntamente com o Instituto Fórceps, de Sabará, acompanharam as bandas representando seus respectivos coletivos: Manolos Funk e As Horas (Pegada) e 4 (Fórceps). Juntamente com Ophelia And The Tree (Uberlândia), as quatro bandas formaram o set da noite e eu, Flávio Charchar, fui acompanhar a moçada representando o Pegada, junto com Cacau e Leonardo Santiago do Fórceps.

Saímos de Belo Horizonte no sábado, às 3h30 após o projeto 3×1 no Estudio Bar, onde tocaram Manolos Funk (Pegada), Deco Lima e o Combinado e Proa.

O som estava bom e a casa nos surpreendeu bastante, com ambientes fora da área de show, decoração diferente e público diversificado. O Manolos foi pura energia no palco, saindo bem satisfeito com a apresentação e tendo bons retornos da galera. Deco Lima eu já tinha presenciado na Conexão Vivo e mostrou o mesmo show, com letras irreverentes e bastante swing, pondo muita gente pra dançar. Já o Proa foi, para mim e alguns outros, a surpresa da noite, com ritmos dançantes, muito rock e um cover bem bacana de “Quizás, Quizás, Quizás”, além de uma bateria minimalista. Valeu a pena a noite e foi ótimo conhecer uma possível parceria para os futuros eventos de Pegada.

Em Uberlândia, fomos recebidos pelo Goma e fomos levados à casa onde iríamos ficar até a hora de voltar e acertar os preparativos pro show. Conversamos bastante com o pessoal do Goma, estreitando as relações com o coletivo.

Lá pelas 20h, nos reunimos pra decidir a ordem das bandas, o processo de troca no palco e outros detalhes. Uma parte do grupo, inclusive eu (depois de um papo rápido com o Djalma do GOMA) foi para a UFU (Universidade Federal De Uberlândia), onde ocorreria um show da banda Transmissor (Belo Horizonte) e Three Bags And A Girl (UDI), como parte do projeto “UFUzuê”, que rolou no campus Umuarama, levando alguns flyers do show para divulgar o evento de que faríamos parte.

Na faculdade, o evento não estava muito cheio e o próprio pessoal do GOMA comentou isso, o que desanimou um pouco sobre as nossas expectativas de público, pois era até uma chamada o flyer o evento do GOMA ser após o UFUzuê, o que traria o público de um para o outro logo após. Mesmo assim, distribuímos os flyers pra quem pudemos e entramos em contato com o Transmissor que se dispôs a ir ao evento após a apresentação e foram muito receptivos. Sobre os shows na UFU, o Three Bags And A Girl surpreendeu por ser um grupo de eletrônico com vocal feminino e muito teclado e sintetizadores. Achei interessante mas gerou o mesmo efeito de um som mecânico, o que dispersou muito o público da atenção ao palco. Quando o Transmissor entrou, foi bem diferente e o público se aglomerou pra ouvir, o que tornou o show o melhor da noite, apesar da rouqidão do vocalista TC e do fato de não terem conseguido transportar o teclado Fender Rhodes até a cidade. Fui impossibilitado de assistir ao show do Transmissor até o fim, pois retornei com a moçada pro GOMA para acompanhar as apresentações desde o início e entrevistar as bandas.

Devido a um atraso no UFUzuê, o show do Transmissor terminou uma hora da manhã, o que nos fez começar mais tarde já que esperávamos o mesmo público comparecer ao nosso evento.

As Horas, primeira banda a tocar, fez um show muito nervoso, bem explosivos no palco, o que foi muito profissional da parte deles mesmo com o pouco público que estava presente. O próprio Talles (Lopes, coordenador do Goma) se dispôs a chamá-los novamente para se apresentarem a um público melhor e em melhores condições. Foram bastante elogiados pela atitude no palco e o show em si. Já o som, pecou bastante na voz, que embolou e desapareceu nos graves dos outros instrumentos, fato que rolaram em todos os shows. Mas isso não atrapalhou a energia dos shows que estavam por vir.

A casa foi enchendo um pouco mais e o 4 entrou no palco para deixar todo mundo do boca aberta. Não é uma banda de presença de palco, mesmo que o próprio som deles já exija muito dos músicos, mas foi simplesmente assustador. Mostrando que o rock instrumental ainda pode ser muito bem feito e bem visto, receberam elogios de todos os presentes, da galera do GOMA e do público. O que mais assusta, além da habilidade dos músicos, é o set do tecladista, que inclui pedais de efeitos além do teclado, uma mesa de som e flauta. A banda ficou surpresa e saiu bem satisfeita com o show.

Depois veio o Manolos Funk, com a mesma energia que no Estudio Bar. Alguém até comentou comigo que estiveram melhor em Uberlândia do que em BH. A banda teve uma resposta legal, com alguns dos presentes dançando um pouco e foi um show bem animado, sofrendo com o mesmo problema de som na voz, mas nada que acabasse com a aprensentação.
Por último e nada menos importante por ser a banda local, o Ophelia And The Tree entrou em cena. Foi a maior lotação da área de show da casa e tinha uma galera muito animada, ainda mais que era um som um pouco mais dançante também, uma onda meio indie. Eu achei confuso o som no palco, pois são seis membros e incluem violão e violino no set, além de teclado, baixo, guitarra e bateria.

Contudo, a banda teve uma presença razoável no pouco que podiam se movimentar no pequeno palco e foi a melhor resposta de público da noite. Muito receptivos, ainda tive tempo de trocar uma idéia com a banda bem rapidamente depois do show. Uma última coisa que vi e gostei, foi a turma do GOMA trabalhando, seja no bar, filmando e entrevistando, cuidando da segurança e caixa, entre outros, cada um fazendo o que podia e muito bem entrosados.

É isso aí!

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