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Sai lista de aprovados no Conexão Vivo 2009 em Belo Horizonte

O power trio sem guitarra The Hell’s Kitchen Project e o grupo de hip-hop Julgamento continuam suas trajetórias de destaque no cenário mineiro da música independente com uma ótima conquista. Depois de serem selecionados por curadoria e se apresentarem em Governador Valadares, as bandas agora se apresentam no Conexão Vivo 2009 em Belo Horizonte.

The Hells Kitchen Project após o show em Governador Valadares

The Hell's Kitchen Project após o show em Governador Valadares

Segundo o site do evento, a presença de palco foi um critério essencial para escolha dos 12 selecionados que se apresentam na capital mineira ao lado de artistas patrocinados pela Vivo e seus convidados. O coletivo Pegada já sabia da qualidade de show dos caras, que foram eleitos entre os cinco melhores shows que o coletivo assistiu em 2008.

Entre os 12 artistas selecionados figuram Madame Saatan e Transmissor, bandas que também foram mencionadas na elaboração da lista de 2008.

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Circular é preciso

por Camila Cortielha

Na última terça-feira (24), foi lançado um inédito programa de incentivo à música mineira, o Programa Música Minas, iniciativa do Fórum Música Minas em convênio com o Governo de Minas. Foi anunciado um pacote de ações que englobam passagens aéreas nacionais e internacionais, financiamento de shows em capitais brasileiras, produção de um catálogo e participações em feiras internacionais, num montante de R$1,5 milhão do Tesouro do Estado. O coletivo Pegada por meio do Circuito Mineiro de Música Independente, participou da construção deste programa, já falou sobre o Edital de Passagens nesse blog e, em breve detalhará o programa.

Veja como está o "Mapa das Casas de Show da América do Sul" até então.

Veja como está o "Mapa das Casas de Show da América do Sul".

Parece que o cenário musical brasileiro concorda que o próximo passo é realmente armar turnês. Talvez inspirados pelo modelo norte-americano de viagens compridas e cheias de shows pequenos, percebe-se no Brasil várias iniciativas que demonstram a preocupação e a valorização de excursões. Conheça algumas outras delas abaixo.

  • A Casas Associadas é uma associação de casas de shows independentes do Brasil que “tem como objetivo conectar os espaços que dão oportunidade a bandas autorais para apresentar seu trabalho”, segundo informações do site.
  • Em 2008, Sérgio Ugeda (Amplitude), Eduardo Ramos (Slag Records) e Gabriela Munin (Tronco Produções) organizaram oito turnês pelo interior do estado de São Paulo entre Setembro e Dezembro. Algumas bandas se apresentaram todos os dias, durante 30 dias.
  • O projeto BH Indie anunciou há poucos dias uma parceria com iniciativas de Montes Claros para promover trocas de shows entre bandas de Belo Horizonte e da cidade do norte do estado.

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Escola Autônoma de Feriado, 22 a 24/2

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Lista de Pegada

O coletivo Pegada faz a sua lista de melhores do ano! Escolhemos os melhores shows que fomos e os melhores discos que ouvimos em 2008, confira:

Melhores Shows:

1) El Efecto
2) The Hell´s Kitchen Project
3) Mentecapto
4) Julgamento
5) Os 4 Ventos

Melhores Discos:

1) Transmissor – Sociedade Do Crivo Mútuo
2) Carolina Diz – Crônicas Do Amanhecer
3)Cérebro Eletrônico – Pareço Moderno / Cinzel – Um Norte
/ Macaco Bong – Artista Igual Pedreiro / Somba – Cuma?

Menções Dos Votantes:

Shows

Manolos Funk
Macumba
4
Cinza
Transmissor
Cinzel
As Horas
Sol Na Garganta Do Futuro
Arvore Musical Macumba
Móveis Coloniais Acaju
Garotas Suecas
Black Drawing Chalks
Macaco Bong
Graveola E O Lixo Polifônico
Los Porongas
Cascadura
Black Sonora
Superguids
Júlia Ribas com DJ Ricardito
Madame Saatan
Instiga
Elephas
O Melda

Discos

Astronautas – O Amor Acabou
Volver – Acima Da Chuva
Ludov – Disco Paralelo
Garotas Suecas – Garotas Suecas
Pelos De Cachorro – Memorial Dos Abismos
Monno – Agora

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Cobertura de Pegada – Festival Garimpo 2008

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Entre os dias 10 e 13/12 rolou em BH o Festival Garimpo 2008. Durante os quatro dias de festival foram 13 bandas, tocando no Teatro Marília, n´A Obra e no Lapa Multshow. O Pegada mais uma vez se desdobrou em um esforço de cobertura para trazer até você tudo o que aconteceu nos palcos e também fora dele, durante os shows.

Quarta-feira
Teatro Marília, 10/12

Uma noite especial. O projeto Quarta Sônica encerra seu terceiro ano de atividades abrindo o festival. Cláudio Pilha, um dos sócios d´A Obra nos conta como a união de iniciativas podem gerar bons frutos

Drop sde Pegada #8

No palco a banda Cinco Rios apresentou seu material novo mesclado a músicas do seu primeiro disco “A Cidade Cai” e mostrando que seu som evolui cada vez mais, adquirindo identidade própria. Harmonias intricadas das oitavas médias do piano, guitarras nada barulhentas e bem cadenciadas – mas nem por isso caretas – e uma cozinha que privilegia o baixo marcado e chimbau pulsante. Tudo isso sob melodias arrastadas e simples em vocais moderados. Apesar dos Cinco músicos, a dinâmica e a mixagem no palco (e a boa acústica do teatro Marília ajuda nisso) enfatizam ao mesmo tempo cada instrumento e valorizam o espaço vazio dentro do som, efeito tão necessário à frieza das composições do grupo. Esse clima é reforçado até pelo jogo de luzes, muito azul e vermelho e até pelos tons, próximo ao Cinza (nome de outra canção deles) nos figurinos dos integrantes.

Uma noite cujo significado todos nós esperamos que se repita nos próximos anos.

Quinta-feira, 11/12
A Obra

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O Pegada começa suas atividades comerciais cuidando do estande do Circuito Fora do Eixo no primeiro dia de festival na Obra. Enquanto isso, os shows começam e quem sobe ao palco, abrindo a maratona sonora é a banda Elephas. O melhor show da noite, logo de saída. O crossover não precisa ser barulhento, o pop não precisa ser 4/4 e o punk pode ser instrumental. Com uma mistura nada ortodoxa e impossível de rotular, a banda tomou de assalto a noite despejando uma massa sonora coesa como poucas vezes se vê em shows de bandas independentes.

Elephas

Elephas

Em seguida foi a vez dos paulistas do Instiga que, com uma formação em power trio, e uma guitarra gostosa de se ouvir trouxeram ótimas melodias pop para BH. Já o Churrus de São João Del Rei fez um show simples e direto, com músicas em inglês no melhor estilo “queria ser londrino”, ecoando as obscuridades do pop feito lá fora. Definately indie.

Sexta-feira, 12/12
A Obra

Por que ler se você pode assistir?

Veja os vídeos dos outros dias do Garimpo 2008 no nosso canal no Youtube!

Abertura no Teatro Marília – Cinco Rios + Gato Jair:
Quinta-feira n´A Obra:
Lapa Multishow Parte 1:
Lapa Multishow Parte 2:

Sábado, 13/12
Lapa Multshow

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A última noite de Garimpo em BH trouxe um número maior de bandas pro Lapa Multishow e a TV Outrorock que complementou o estande do Circuito Fora do Eixo, coordenado pelo Pegada. Destaque para o ambiente muito agradável do festival em termos de interação do público, descontração e entretenimento. Além disso, um ponto alto da noite foi a ótima qualidade do som, fator não muito comum dentro de festivais.

No palco, a última noite não poderia ter começado melhor. Os mineiros do Transmissor mostraram o trabalho do seu recém lançado disco, “Sociedade do Crivo Mútuo” e mostraram porque vêm sendo apontados como destaque da cena independente. Um show impecável, levando os poucos presentes daquele momento (muito por culpa da chuva) a cantar junto as músicas. Saem do palco acompanhados dos gritos de “mais um”, mas como se trata de festival, e mais atrações ainda estavam por se apresentar, ficou para um próximo show mesmo.

Em seguida se apresenta um antigo “santo de casa”, que não chegou mesmo a fazer milagre, mas manteve o nível musical da noite; o Estrume´n´tal, banda de surf music da capital mineira. Como sempre, mostrou energia absurda, mas não chegou a empolgar de vez o ainda pequeno público que começava a chegar ao Lapa Multshow. A platéia já era mais numerosa quando subiram ao palco os cariocas do Do Amor, que com seu som meio “irreverente”, ou “ousado” (como é difícil achar adjetivo para essa banda!), fizeram um show excelente, um dos pontos altos da noite. A banda simplesmente não tem um propósito estético definido, o que é ótimo. Experimentalismo, diversão, rock alternativo, bons arranjos e bons músicos, musicalidade incrível, tudo em um único show. Até um “carimbó”, tradicional ritmo da região norte do país, foi colocado dentro do caldeirão musical Do Amor, e funcionou muito bem. Poucos foram os que conseguiram ficar parados durante o show.

O Dead Lover’s Twisted Heart subiu ao palco do Lapa no auge de público da noite. No entanto, parecia que a chuva que caia em Belo Horizonte estava afetando o ânimo da galera. Mesmo com um show cheio de convidados mais que animados (destaque para o insano Jonas Sá), o público assistiu bem comportadamente aos Dead Lover’s.

The Dead Lover´s Twisted Heart

The Dead Lover´s Twisted Heart

Logo em seguida subiram ao palco os paulistas do Cérebro Eletrônico, apresentando as músicas do ótimo CD “Pareço Moderno”. O Cérebro conseguiu segurar a atenção com um show animado e cheio de firulas. Tatá Aeroplano, líder e vocalista, trouxe seus badulaques (de serpentina a extintor de incêndio) ao palco e entreteve o público em meio a ótimas canções, com belos arranjos.

Mas o auge da noite foi o show do Superguidis! A “cozinha” super segura dá liberdade aos guitarristas, Lucas e Andrio, a colorirem as boas músicas da banda. O vocal lembra muito o Gustavo Drummond do Udora, tanto no belo timbre quanto nos tons precisos. Além disso, as letras são divertidas e sinceras, completando os componentes necessários para um ótimo show de uma grande banda.

Diante de um público já escasso, Ricardo Koctus fechou a noite no Lapa com um bom show. Acompanhado por músicos competentíssimos, mostrou composições de seu CD solo de estréia (que estava sendo lançado virtualmente no Festival) e covers de Pixies e Roberto Carlos. O show também teve participações especiais, incluindo a de Bruno Miari, vocalista da banda Monno, tocando “21 dias” do Monno.

Cérebro Eletrônico

Cérebro Eletrônico

Que venham mais festivais como esse!

Equipe de cobertura:

Coordenação e edição:
Eduardo Curi
Reportagem:
Camila Cortielha
Flávio Charchar
Geraldo Paim
Lucas Mortimer
Luciano Viana
Fotos:
Adilson Badaró
Vídeo:
Adriano Singolani

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Cobertura de Pegada – 53HC Fest 2008

Três dias, 22 bandas, três casas de shows diferentes. Esse foi o 53HC Fest e a equipe de reportagem do Pegada esteve lá todos os dias! Trazemos aqui uma geral de cada noite do evento, além do Drops de Pegada #6 com o organizador do festival, Bart, coordenador da 53HC.

Divirta-se!

João Rafael

Enne ao vivo - Foto: João Rafael


Sexta, 28/11
Bar Brasil
Por Luciano Viana e Lucas Mortiner

O primeiro dia do 53HC Fest 2008, teve o hardcore como estilo principal com as bandas variando do alternativo ao metal core, ilustrando bem o que tem sido uma das diretrizes do festival: tornar-se cada vez mais eclético, trazendo diferentes sons e atraindo diferentes públicos.

Enquanto o Dilúvio abria a noite, apresentando seu metal core de pressão absurda e os guturais viscerais do vocalista Paraguay, muita gente ainda se aglomerava na porta. Ponto negativo da noite, já que ocorreram reclamações de pessoas que chegaram a ficar durante um show inteiro na fila, que caminhava muito lentamente.

O Do It Yourself e o Crossfire foram muito bem em suas apresentações e tiveram grande receptividade e interação da platéia, tanto pela competência no show quanto pela maior proximidade com a estética do head liner da noite, o Dead Fish. O que mais impressionou foi o peso e presença da única guitarra do Crossfire. Destaque para a sincronia da dupla de vocalistas.

Em seguida, veio o Enne que começou a apresentação com muita energia. Os caras mandaram muito bem. O auge do show foi o cover de “All My Life” do Foo Fighters, onde a galera fez uma roda insana. O cover conseguiu prender a atenção da platéia até o final, cujo set teve uma dinâmica muito boa.

O Cervical foi a surpresa da noite. Por ser ainda um pouco desconhecida por esses lados, a banda impressionou boa parte do público, com um show tecnicamente muito bom e de intensidade incrível, despejando no (bem alto) som do Bar Brasil seu thrash core muito bem feito.

Em seguida sobe ao palco o Confronto, que tem a sonoridade próxima do Cervical, mas com uma bagagem maior por já ter nas costas o peso de quatro turnês européias. A banda que já possui um número considerável de seguidores por aqui, não decepcionou e fez um excelente show, pautado nas músicas do recém lançado álbum “Sanctuarium” (2008) mesclado com trabalhos anteriores.

Para fechar a noite, com a partida já ganha, entra em campo o Dead Fish, levando o numeroso público da noite ao delírio. Mesmo com novo baterista (após a saída de Nô, que já estava há 17 anos na banda) e um set list que não agradou muito aos fãs mais fervorosos, a banda fez um show enérgico (como sempre) e competente, capitaneados pelo incansável vocalista Rodrigo Lima e o guitarrista Phill, considerado um dos melhores guitarristas de hardcore do Brasil. O público correspondeu eufórica e insanamente a cada acorde inicial de cada música, e o Bar Brasil se tornou pequeno para o Dead Fish e seu público naquela hora. Um ótimo primeiro dia de festival, fechado com chave de ouro.

O balanço geral do dia foi bom, mas o que mais marcou foi a péssima qualidade do som, que foi melhorando ao longo da noite, mas continuou muito alto! Atenção operadores, não é porque é METAL que tem que deixar a galera surda.

Sábado, 29/11
Lapa Multishow
Por Lucas Mortiner

Com um Lapa Multishow bem vazio e frio, os Manolos Funk ficaram a cargo de abrirem a segunda noite do 53HC Fest. Durante o segundo show, do Carolina Diz, a casa começou a encher, mas mesmo assim o público estava um pouco devagar, provavelmente por causa da chuva. Mesmo assim, o Carolina Diz fez uma boa apresentação que agradou aos seguidores da banda.

No entanto, a noite era de rock/psicobilly. A banda The Folsoms já chegou levantando e botando todo mundo pra dançar, com um repertório que incluiu músicas do rei Elvis Presley e de Johnny Cash. Porém, a partir daí, o som do Lapa começou a ficar muito ruim. O show dos Sapatos Bicolores de Brasília era só graves! Os Sick Sick Sinners subiram ao palco em seguida e o problema continuou. Mas já estava bem melhor do que antes e isso parecia não afetar a animação do público também, que dançava e cantava junto com o baixista gigante e o batera que toca sem hi-hat!

Os Inocentes foram adiantados no line up e tocaram antes do Canastra, o que causou uma debandada do público após o show. O público que ficou pra ver o Canastra aproveitou o melhor show da noite. A banda é muito boa! E o som melhorou muito. A animação do palco refletia na pista, onde todos dançavam alegremente. Nem parecia que era mais de 3h da manhã.

O balanço geral dos dois dias foi: BH precisa urgentemente de técnicos de som! Sério, não rola de ir a um festival, ver 7 shows seguidos se o som não estiver bom.

João Rafael

Público no 53HC Fest Foto: João Rafael


Domingo 30/11
Armazém
Por Eduardo Curi

Muito pesado. Esse foi o domingo no 53HC Fest. Bandas como Junkie Dogs, Lobotomia, Matanza e Chakal deixaram o pescoço de muita gente dolorido de tanto sacudir a cabeleira. Muita camisa preta, nenhum contratempo durante o evento (apesar do atraso de mais de duas horas na abertura dos portões e do som um tanto embolado durante alguns shows) e uma banda que pode ser a grande revelação da música independente nos próximos anos, o Madame Saatan e sua vocalista que domina uma platéia de marmanjos como poucas pessoas são capazes de fazer.

Com o encerramento da sexta edição do festival fica claro que Belo Horizonte tem espaço e demanda para eventos de música independente. Nos três dias foram cerca de 2.500 pessoas assistindo aos shows que aconteceram em três casas de shows da cidade.

Em meio à correria da última noite do festival, o Pegada bateu um papo rápido com o Bart, coordenador da 53HC, sobre o evento.

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Shows de Pegada pela cidade

A banda Volare mostra seu rock com Pegada eletrônica no Matriz

A banda Volare mostra seu rock com Pegada eletrônica no Matriz

Para quem vive reclamando que BH só tem banda cover, a noite de hoje mostra que tem muita gente trabalhando para dar espaço a quem quer tocar sua própria música! No Conservatório Music Bar acontece a estréia do projeto Fórmula Indie, com shows da banda de Pegada Manolos Funk, e dos idealizadores do projeto, Rocknova. O Fórmula Indie pretende abrir espaço aos artistas independentes de todas as áreas, para que possam divulgar seus trabalhos para um público ávido pela nova música produzida na cidade.

A poucos metros dali, no Matriz, rola mais um noite de BH Indie, com o Projeto Matriz. A noite desta quinta traz mais uma banda de Pegada , Volare, com seu rock eletrônico com vocais femininos , juntamente com as bandas Alethárgika e Lambretta (RJ).

Serviço

Fórmula Indie

Shows com Manolos Funk e Rocknova
Local: Conservatório Music Bar, Rua Timbiras 2041
Quando: 27/11, 22h
Entrada: R$10

BH Indie Music – Projeto Matriz
Shows com Volare, Alethargika e Lambretta
Local: Matriz: Rua Guajajaras, 1353
Quando: 27/11, 21h
Ingressos: R$5

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