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Grito Rock BH 2009

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O coletivo Pegada gostaria de agradecer a todas as bandas que se inscreveram para participar do festival Grito Rock 2009 em Belo Horizonte. Inscreveram-se, no total, 39 bandas de Belo Horizonte e Região Metropolitana e mais 37 bandas de Minas Gerais e do Brasil.

O Grito Rock BH terá apenas um dia de festival, 19/02 no bar dançante A Obra. Por isso, o espaço e tempo ficaram pequenos para tantas bandas. Selecionamos nove bandas de BH e região metropolitana para participarem das prévias e outras duas bandas já foram confirmadas para o dia do festival.

A seleção foi feita através de uma curadoria formada por integrantes do Pegada , que escutaram todas as bandas criteriosamente e se esforçaram por selecionar a maior variedade possível do que é produzido no rock belo-horizontino. Alguns critérios não foram atendidos por algumas bandas, tais como envio do material após a data limite de inscrição, não envio da ficha de inscrição e falta de material requisitado. Sugerimos a essas bandas que tenham um pouco mais de atenção nas próximas inscrições de outros festivais. Lembrando que a cena independente quer ser auto sustentável e, por isso, deve manter uma postura profissional.

Outra informação relevante é que algumas bandas não foram selecionadas pois já haviam sido selecionadas para prévias do Grito Rock Sabará, que estão sendo realizadas em parceria com os Gritos BH, Vespasiano e Divinópolis. Dessa maneira, achamos interessante dar espaço a outras, e consequentemente mais bandas. Além disso, uma das bandas classificadas em uma das prévias do Grito Rock Sabará também terá espaço para tocar no Grito BH. Portanto, vamos fazer dessas prévias do Grito uma grande festa com ótimos shows!

A primeira prévia do Grito BH será dia 21/01 n’A Obra, a partir das 21h, com as bandas D’Front, Grupo Porco de Grindcore Interpretativo, Pelos de Cachorro, Rocknova e Utopia.

A segunda prévia será realizada dia 28/01, também n’A Obra, às 21h, com as bandas de Pegada Aldan, Cães do Cerrado, Manolos Funk e Stereotaxico.

A programação no dia 19/2 será a seguinte:
Nuda
4
+ banda da prévia 21/01
+ banda da prévia 28/01
+ banda da prévia Fórceps (10, 17 ou 23/01)

As prévias para o Grito Rock Sabará acontecem dias 10, 17 e 23 de janeiro no Matriz.

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Prévia Grito Rock Sabará acontece no dia 10/1

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Coletivo Azimute, de Vespasiano, inicia ações com Grito Rock 2009

Mais uma iniciativa de Minas Gerais começa a agir em Vespasiano, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte: é o coletivo Azimute. A primeira ação do coletivo é a realização do Grito Rock 2009, como anunciam no blog recém-inaugurado:

O Grito Vespá, é a primeira iniciativa do Coletivo AZIMUTE, que com seu trabalho pretende abrir um novo espaço para circulação da música independente. Além disso estaremos participando das prévias integradas com os coletivos Pegada, Fórceps e Anti-Herói.

As inscrições para particpar no festival estão abertas até 10 de janeiro, clique aqui para mais informações.

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Pegada & Fórceps visitam o Goma!

Confira abaixo, no relato de Flávio Charchar, a visita que o coletivo Pegada fez ao Goma em Uberlândia no último fim de semana!

Nesse sábado, dia 26 de outubro, aconteceu a 1ª Noite do Circuito Mineiro de Música Independente em Uberlândia, na sede do GOMA. O Pegada, juntamente com o Instituto Fórceps, de Sabará, acompanharam as bandas representando seus respectivos coletivos: Manolos Funk e As Horas (Pegada) e 4 (Fórceps). Juntamente com Ophelia And The Tree (Uberlândia), as quatro bandas formaram o set da noite e eu, Flávio Charchar, fui acompanhar a moçada representando o Pegada, junto com Cacau e Leonardo Santiago do Fórceps.

Saímos de Belo Horizonte no sábado, às 3h30 após o projeto 3×1 no Estudio Bar, onde tocaram Manolos Funk (Pegada), Deco Lima e o Combinado e Proa.

O som estava bom e a casa nos surpreendeu bastante, com ambientes fora da área de show, decoração diferente e público diversificado. O Manolos foi pura energia no palco, saindo bem satisfeito com a apresentação e tendo bons retornos da galera. Deco Lima eu já tinha presenciado na Conexão Vivo e mostrou o mesmo show, com letras irreverentes e bastante swing, pondo muita gente pra dançar. Já o Proa foi, para mim e alguns outros, a surpresa da noite, com ritmos dançantes, muito rock e um cover bem bacana de “Quizás, Quizás, Quizás”, além de uma bateria minimalista. Valeu a pena a noite e foi ótimo conhecer uma possível parceria para os futuros eventos de Pegada.

Em Uberlândia, fomos recebidos pelo Goma e fomos levados à casa onde iríamos ficar até a hora de voltar e acertar os preparativos pro show. Conversamos bastante com o pessoal do Goma, estreitando as relações com o coletivo.

Lá pelas 20h, nos reunimos pra decidir a ordem das bandas, o processo de troca no palco e outros detalhes. Uma parte do grupo, inclusive eu (depois de um papo rápido com o Djalma do GOMA) foi para a UFU (Universidade Federal De Uberlândia), onde ocorreria um show da banda Transmissor (Belo Horizonte) e Three Bags And A Girl (UDI), como parte do projeto “UFUzuê”, que rolou no campus Umuarama, levando alguns flyers do show para divulgar o evento de que faríamos parte.

Na faculdade, o evento não estava muito cheio e o próprio pessoal do GOMA comentou isso, o que desanimou um pouco sobre as nossas expectativas de público, pois era até uma chamada o flyer o evento do GOMA ser após o UFUzuê, o que traria o público de um para o outro logo após. Mesmo assim, distribuímos os flyers pra quem pudemos e entramos em contato com o Transmissor que se dispôs a ir ao evento após a apresentação e foram muito receptivos. Sobre os shows na UFU, o Three Bags And A Girl surpreendeu por ser um grupo de eletrônico com vocal feminino e muito teclado e sintetizadores. Achei interessante mas gerou o mesmo efeito de um som mecânico, o que dispersou muito o público da atenção ao palco. Quando o Transmissor entrou, foi bem diferente e o público se aglomerou pra ouvir, o que tornou o show o melhor da noite, apesar da rouqidão do vocalista TC e do fato de não terem conseguido transportar o teclado Fender Rhodes até a cidade. Fui impossibilitado de assistir ao show do Transmissor até o fim, pois retornei com a moçada pro GOMA para acompanhar as apresentações desde o início e entrevistar as bandas.

Devido a um atraso no UFUzuê, o show do Transmissor terminou uma hora da manhã, o que nos fez começar mais tarde já que esperávamos o mesmo público comparecer ao nosso evento.

As Horas, primeira banda a tocar, fez um show muito nervoso, bem explosivos no palco, o que foi muito profissional da parte deles mesmo com o pouco público que estava presente. O próprio Talles (Lopes, coordenador do Goma) se dispôs a chamá-los novamente para se apresentarem a um público melhor e em melhores condições. Foram bastante elogiados pela atitude no palco e o show em si. Já o som, pecou bastante na voz, que embolou e desapareceu nos graves dos outros instrumentos, fato que rolaram em todos os shows. Mas isso não atrapalhou a energia dos shows que estavam por vir.

A casa foi enchendo um pouco mais e o 4 entrou no palco para deixar todo mundo do boca aberta. Não é uma banda de presença de palco, mesmo que o próprio som deles já exija muito dos músicos, mas foi simplesmente assustador. Mostrando que o rock instrumental ainda pode ser muito bem feito e bem visto, receberam elogios de todos os presentes, da galera do GOMA e do público. O que mais assusta, além da habilidade dos músicos, é o set do tecladista, que inclui pedais de efeitos além do teclado, uma mesa de som e flauta. A banda ficou surpresa e saiu bem satisfeita com o show.

Depois veio o Manolos Funk, com a mesma energia que no Estudio Bar. Alguém até comentou comigo que estiveram melhor em Uberlândia do que em BH. A banda teve uma resposta legal, com alguns dos presentes dançando um pouco e foi um show bem animado, sofrendo com o mesmo problema de som na voz, mas nada que acabasse com a aprensentação.
Por último e nada menos importante por ser a banda local, o Ophelia And The Tree entrou em cena. Foi a maior lotação da área de show da casa e tinha uma galera muito animada, ainda mais que era um som um pouco mais dançante também, uma onda meio indie. Eu achei confuso o som no palco, pois são seis membros e incluem violão e violino no set, além de teclado, baixo, guitarra e bateria.

Contudo, a banda teve uma presença razoável no pouco que podiam se movimentar no pequeno palco e foi a melhor resposta de público da noite. Muito receptivos, ainda tive tempo de trocar uma idéia com a banda bem rapidamente depois do show. Uma última coisa que vi e gostei, foi a turma do GOMA trabalhando, seja no bar, filmando e entrevistando, cuidando da segurança e caixa, entre outros, cada um fazendo o que podia e muito bem entrosados.

É isso aí!

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