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Silk com Pegada!

Por Luciano Viana
Fotos: Luciano Viana

O Festival Escambo, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, realizado no final do mês de julho pelo Instituto Fórceps, teve como ponto alto não somente os bons shows que passaram pelo palco da praça Melo Viana, mas também as inúmeras oficinas organizadas e realizadas por coletivos e colaboradores do Circuito Fora do Eixo. Entre essas oficinas, estava a oficina de silk do Coletivo Pegada, ministrada por Lucas Mortimer e Camila Cortielha.

Apesar da ausência de alguns inscritos (que preencheram todas as vagas oferecidas), a oficina contou com a presença de um bom número de espectadores interessados em viabilizar seu silk artesanal, inclusive integrantes de outros coletivos.

Após uma breve apresentação sobre o Coletivo Pegada, Lucas e Camila iniciaram a oficina com a parte mais teórica, explicando algumas noções básicas, mostrando e explicando a produção de alguns trabalhos de silk realizados pelo Pegada, e dando uma grande ênfase também na importância da pesquisa, de boas parcerias e relacionamentos durante o processo, seja para se chegar a fornecedores de tinta mais baratos, ou para se descobrir lugares onde se faça telas mais em conta e de melhor qualidade e até mesmo de pegar informações e truques com alguns desses agentes mais experientes que são dispostos a ensinar.

A oficina tomou forma de vez no momento de partir para a prática. As cerca de 15 pessoas presentes se dividiram em grupos e botaram a mão na massa e na tinta, com a orientação cuidadosa dos oficineiros. Assim puderam ver com clareza todas as etapas e recursos explicados anteriormente e pegar pequenos truques que poderiam passar despercebidos somente pela parte teórica.

No final das contas, além de novas camisas produzidas para o Festival Escambo, teve-se ainda a certeza de que saíram dali, pessoas capacitadas a experimentar e fazer seu próprio silk, ou pelo menos ter uma noção maior de todo o processo e repassar essa tecnologia aprendida à frente.

O coletivo Pegada está sempre disposto a ministrar a oficina a todos que se interessarem por ela. Para saber mais sobre como realiza-la, entre em contato coma gente pelo e-mail coletivopegada@yahoo.com.br.

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Qual a melhor rede social para divulgar música?

Lançamos o debate na lista Uai Rock: qual a melhor rede social para divulgar música?

Veja algumas respostas que recebemos:

Paulo Malibu
Cães do Cerrado / Pegada

A melhor eu não sei, mas garanto que não é o Myspace.

Ultimamente temos usado o Bandcamp. Ele não é um canal tão conhecido, mas oferece uma diversidade de serviços que não vemos em outros lugares. Você separa as músicas por álbum e faz o upload do arquivo de música sem compressão. O próprio Bandcamp comprime e oferece opções de qualidade para os usuários, você pode escolher se cobrará, quanto cobrará e o usuário também pode escolher quanto irá pagar. A banda, se quiser, pode liberar uma qualidade baixa gratuitamente e cobrar pelo arquivo de qualidade maior também.

Ele fornece estatísticas completas sobre os acessos e como as pessoas escutaram a sua música. Dá pra saber de onde elas vieram, quantas vezes escutaram cada música e se escutaram ela toda ou não. Possui opção de distribuição em outros meios, dando mais liberdade para a banda e o usuário. Ou seja, você não precisa fazer distribuição casada da sua música. O usuário pode ter acesso sem se filiar à rede.

Acho que o ponto negativo (pra mim nem tanto, mas pode ser pra outros), é que o Bandcamp não e uma rede social. Mas acreditem, e com as estatísticas do site, você pode perceber isso. Quando o cara curte a sua música, ele vai atrás. Independentemente de onde ela esteja. Nós nunca divulgamos site em nossos shows e, mesmo assim, todo show que a gente faz o número de acessos cresce exponencialmente. Isso é o legal das estatísticas, ligar datas e eventos aos acessos e perceber o que dá certo e o que não dá.

Tudo vai depender do público que você que atingir. Talvez seja mais importante partir daí pra saber qual a melhor ferramenta. O Cães, por exemplo, não se interessa pela visibilidade do Faustão ou do Myspace, portanto a gente nada contra a maré até o fim. Acho muito mais interessante uma pessoa querer ouvir nosso som várias vezes, do que várias pessoas nos escutarem apenas um a vez.

Apesar das aparências, as pessoas vão atrás do que elas gostam… no Myspace ou não.

Leo Santiago /
Fórceps

Discordo quanto ao Myspace por um fato: o grande número de usuários (músicos e produtores) o torna importante pra divulgação. Mas o melhor modelo na minha opinião é o do Trama Virtual. Pena que ele seja difícil de navegar e confuso.

Raul Mariano

Tratando-se de divulgação, o mais importante é usar ferramentas que sejam, sobretudo, populares. Ainda não vejo opção melhor que o Myspace.

Victor b.
Hotel Tofu

O Myspace é bom pelo nome, é fácil de memorizar e já cai no pressuposto que toda banda possui um. É o mais fácil de divulgar em um show, por exemplo. O Trama eu acho bem confuso, demorei três meses pra conseguir cadastrar lá!

Apesar de eu não usar muito, recomendo o Palco MP3, ele tem uma excelente ferramenta de analytcs pra saber quem são seus ouvintes e de onde eles vêm, exibindo gráficos completos de acesso, e disponibilizando um ‘divulgômetro’ pra saber seu rankeamento comparando com outras bandas do mesmo gênero, cidade, estado, etc.
Pra quem sabe usá-lo, indo atrás de comentários, fãs, divulgando, etc, a ferramenta é bem poderosa.

Cezar
Horizonte Terminal

Bom pelo visto não sou o único que acha a Trama Virtual uma ideia muito boa, mas que não funciona na prática. Acho que o download remunerado é muito interessante, mas o layout do site não ajuda. Já passei o link para diversas pessoas do nosso som lá e as pessoas ficam desanimadas de criar login e tal. Mas há uma reformulação da Trama em pauta…quem sabe agora.

Roger Deff
Julgamento / Pegada

Ainda acho que o melhor é o Myspace. As pessoas já esperam que qualquer banda tenha um Myspace, então funciona muito bem como ferramenta de divulgação do trabalho, dos shows e ajuda a manter contato com outros músicos. Tudo bem que outras, como Palco MP3, possuem as mesmas funções, mas não a mesma popularidade.

Leo Braca
The Hell´s Kitchen Project

Não existe nenhuma ferramenta perfeita, que tenha um design agradável, seja fácil de utilizar (sendo usuário ou visitante) e, de quebra, seja popular, fazendo com que várias pessoas tenham acesso à sua música. Minha opinião é: defina o seu objetivo em primeiro lugar.

Se o que interessa para banda é estar num meio onde a maioria está, o Myspace hoje é top of mind, mesmo tendo problemas (sérios) de usabilidade e design. Caso você queira um espaço para divulgar a sua música, não importando se o canal é popular, o Pure Volume é uma ótima pedida, pois ganha no design e na usabilidade. Oi Novo Som é uma porta de entrada para a (bem falada) Oi FM, mas sofre de problemas em relação à navegação interna e atualização dos dados, mas que (felizmente) não chega ao nível do famigerado Trama Virtual, que de longe é o pior de todos.

E caso a banda decida usar mais de um (que é o caso da minha banda), fique com aqueles que você consegue atualizar e mexer. Tentar abraçar o mundo com as pernas e ficar em todos, mas com uma presença nula é uma escolha bem errada, pois não dá muito resultado.

Lucas Mortimer
StereoTaxico / Pegada

Acho que a ideia do download remunerado da Trama é fantástica. No entanto, concordo com o Léo que é a pior plataforma. Gosto de tentar ao máximo estar presente em todas as redes. No entanto, acho que, às vezes, perco o foco e concordo com o Malibu e com o Léo de que devemos utilizar somente as ferramentas com as quais nós e o nosso público mais se identificam.

Camila Cortielha
Pegada

Acho que o mais importante quando pensarmos em redes sociais é que, em todas que estivermos, temos que estar atualizadas. Ou com um sinal claro de que não utilizamos com frequência, para que ninguém fique achando péssimo de “ah, fulano nem me autorizou”.

Outra coisa muito importante é ter um lugar que agregue todos os seus endereços na rede. O ideal é um site como fazem os THKProject e os Cães do Cerrado. Eu tenho um meadiciona.com/cortielha, que também serve para a mesma coisa.

Michel
Coletivo Dinamite

Quando foi perguntado sobre Rede Social, necessariamente se falou em rede social mediada por computador? Na minha opinião, existe rede social fora da rede de computadores. Eu sei que a internet tem todas as milhões de vantagens, que nem precisa de citar aqui, mas queria ressaltar que certas questões do dia a dia e do carne e osso são extremamente importantes para a divulgação e troca de informações entre indivíduos. Acho que o trabalho de divulgação de uma banda ou coletivo muitas vezes passa pelo boca à boca, pelo tete a tete, pela vida real. Internet sem a rua é quase nada. Acho q o principal desafio é como juntar a rede da vida real com a rede de computadores, independentemente se você usa Myspace, Orkut, tuíter ou sei lá o quê.

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Fora do Eixo Minas discute agenda de reuniões

Por Lucas Mortimer

Além de grandes shows em praça pública, com um bom público circulando e curtindo música e cultura independente, o Festival Escambo, realizado pelo Coletivo Fórceps em Sabará, no último fim de semana de julho, contou com uma extensa programação de oficinas e debates.

O Fora do Eixo Minas (FEM) esteve presente em massa e pode trocar experiências presencialmente, além de participar ativamente das atividades realizadas durante o Festival. Pra quem não sabe, o FEM é uma das regionais do Circuito Fora do Eixo (CFE) que agrupa nove coletivos do Estado, tornando MG o estado com o maior número de coletivos dentro do circuito.

No dia 24/7 pela manhã tivemos uma reunião do FEM juntamente com a representante da Superintendência de Interiorização da Secretaria de Estado de Cultura e com representantes da Secretaria de Cultura de Sabará, incluindo o próprio secretário municipal. Após breve apresentação dos coletivos e do CFE, a representante da secretaria estadual Marizinha Nogueira, apresentou todas as políticas públicas e programas realizados pelo governo estadual, por meio da SEC.

Dentre os vários programas, dos quais a maioria já era familiar, um que se destacou foi a Rede de Articuladores de Cultura, que atualmente possui 144 articuladores em 74 municípios. Essa rede tem um intuito similar ao do CFE, de promover a troca de experiências, informações e tecnologia entre os agentes multiplicadores e fazer com que a interlocução seja constante. Os coletivos se prontificaram a participar da rede e com isso tentar fomentar novos coletivos em cidades mineiras.

Foi destacada ao final da reunião a importância dos coletivos na formação de agentes culturais e no fomento a experimentação e produção cultural independente. Além disso, a necessidade do mapeamento da cultura no interior nos coloca como ponta de lança nessa articulação, considerando que já estamos colocando em prática essa ação.

No sábado, após o término dos shows no Festival Escambo, aconteceu uma breve reunião com os membros do FEM para dar encaminhamentos que estavam sendo discutidos em paralelo ao longo do festival:

Agenda de encontros presenciais

Criação de uma agenda de encontros presenciais até o final do ano, com objetivos bem definidos, para organizarmos nossos trabalhos e avançarmos. Os encontros ocorreriam nas seguintes cidades: Uberlândia (Festival Jambolada – 9 a 13/9), Belo Horizonte (Aniversário do Pegada – 8 a 10/10) e Montes Claros (Festival Pequi – novembro)

Objetivos e foco de cada encontro

Em cada um destes encontros discutiríamos temas específicos a fim de finalizar, ainda em 2009, todo o nosso planejamento de ações para 2010. Os objetivos principais de cada encontro seriam:

Festival Jambolada: realização do Congresso Fora do Eixo Minas, preparatório do Congresso Nacional do CFE, e que tem como principal objetivo avançar na definição de um organograma para a regional pautado na inserção cada vez maior de todos os coletivos nas atividades da regional. Além disso, podemos avançar na definição dos projetos que serão apresentados aos possíveis parceiros institucionais, durante a agenda de reuniões que será feita no Aniversário do Pegada.

Aniversário do Pegada: realização de uma série de reuniões institucionais para a apresentação do organograma do FEM e dos projetos que serão desenvolvidos para o ano de 2010, buscando fechar apoios e parcerias para o fomento destes projetos. Trabalharemos também na discussão do estatuto geral do FEM, e na definição do modelo de diretoria e de seus membros, para a entrada da documentação para o registro da entidade estadual.

Festival Pequi: definição geral do planejamento de atividades do Fora do Eixo Minas que resultará na apresentação do Calendário 2010 do Fórum do Eixo Minas e da associação estadual.

Sobre essa agenda, Talles Lopes do Coletivo Goma de Uberlândia comenta: “Sem dúvida é uma agenda muito significativa, com objetivos consistentes e desafiadores, e que pode parecer ousada, mas me parece muito coerente com as nossas possibilidades e contexto. Vamos todos nos preparar para isto, pois acredito que se a gente cumprir todas estas etapas com solidez e compromisso, entraremos em 2010 com uma musculatura e organização que será referência para todas as redes regionais, e também para as demais associações de nosso estado.”

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Arquivado em Fora do Eixo Minas

Impressões de Pegada – Festival Escambo

Por Paulo Malibu

Então… muita gente está perguntando qual foi a boa desse último final de semana. Eu digo! Mais que boa, a ótima foi ir a Sabará pra curtir o Festival Escambo 2009. Essa foi a terceira edição do evento, organizado pelo Coletivo Fórceps de Sabará e que aconteceu durante o festival de inverno da cidade. Vieram bandas de vários cantos de Minas Gerais e do Brasil, transformando o festival num dos maiores da musica independente do Estado.

A maior parte do Escambo 2009 aconteceu no centro histórico de Sabará, lugar que eu nunca tinha ido pra falar a verdade e, agora que conheci, posso dizer que estou apaixonado. Um lugar tão perto, tão bonito e que eu não fazia a menor ideia de como era. Todo esse visual e clima de cidade velha cercando um dos melhores festivais que eu já presenciei. Isso é que é fim de semana! São oportunidades assim que me fazem adorar esses programas fora do eixo.

Além dos shows, o festival contou com oficinas, barraquinhas, banquinha do Coletivo Pegada e a presença de outros coletivos Fora do Eixo. O FDE Minas estava em peso lá, mostrando que a integração e a coletividade organizada podem ir longe.

Quem não foi, perdeu grandão, mas ainda poderá sentir o gostinho no Youtube ou em outros canais. Presencialmente, agora só ano que vem…

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Festival Escambo começa hoje!

final_cartaz - ESCAMBO 2009

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Arquivado em Festival

Pegada oferece oficina de silk de camisetas no Festival Escambo em Sabará

Silk de Pegada é a oficina que Lucas Mortimer e Camila Cortielha irão ministrar durante o Festival Escambo, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A oficina será no sábado, 25/7, a partir das 13h na Escola Estadual Zoroastro Viana Passos, na Praça Melo Viana.

As inscriçõessão gratuitas e podem ser feitas diretamente aqui!

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Cobertura de Pegada – Grito Rock Vespasiano e Sabará

No último fim-de-semana, dias 7 e 8 de março, tivemos Grito Rock em
Vespasiano e Sabará. Este texto fala sobre os eventos de maneira
geral, sem entrar em detalhes das apresentações; a grande quantidade
de bandas torna muito difícil falar de cada show. Assim, vamos ao que
interessa:

– Vespasiano 07/03/2009

azimute

O Grito 2009, primeiro da cidade, foi organizado pelo coletivo Azimute. É impressionante a garra do pessoal: superando vários imprevistos (alguns deles realmente terríveis), conseguiram colocar o evento de pé com um som decente, boa estrutura, iluminação, projeções… teve até uma apresentação surpresa da banda da cidade tocando marchinhas de carnaval, muito bem recebida pelos presentes. O evento começou com um atraso relativamente grande, mas quem ficou até o final do Grito Rock Vespasiano foi recompensado com apresentações muito boas das bandas que participaram.

A princípio, dez atrações tocariam: Aura, Cães do Cerrado, Cinco Rios, Gritare, Híbrida, Junkbox, Lupe de Lupe, Rafael Barbedo, Ricardo
Koctus e Rock Nova
. Digo ‘tocariam’ porque nem todo mundo tocou: foram ao todo oito apresentações. Uma das bandas teve a atitude absurda de decidir não tocar porque o evento estava vazio, uma grande falta de respeito com o público, com as outras bandas e com a organização do evento. É triste ver uma banda independente agir como as piores estrelinhas do mainstream, mas sabemos que esse tipo de coisa ainda acontece. Tomara que esse tipo de coisa não desanime o pessoal de Vespasiano, porque muita coisa legal ainda pode rolar por lá.

Todas as bandas que, de fato, tocaram fizeram bonito no palco, cada uma dentro de seu estilo. Fora do palco, uma atitude um pouco diferente
por parte dessas mesmas bandas poderia ter deixado o Grito Vespasiano
ainda melhor. Com dez bandas e uma média de cinco integrantes por
banda seria de se esperar ao menos cinquenta pessoas na plateia durante os shows, sem contar convidados e amigos.

Infelizmente, as bandas prestigiaram muito pouco as apresentações umas
das outras, o que deixou o ambiente meio vazio. Pessoas que passavam na porta do evento se interessavam pelo som, mas desistiam de entrar ao ver que não tinha muita gente. Com a presença continuada dos integrantes das bandas, tudo teria sido melhor para todos.

– Sabará 7/3 e 8/3


forceps

O Grito, organizado pelo pessoal do coletivo Fórceps, aconteceu no sábado e domingo, oferecendo ao público dezoito atrações ao todo. É bastante ousado fazer um evento de música independente dessa grandeza, ainda mais em uma cidade menor… mas o Fórceps sabe o que está fazendo e o resultado foi foda!

Como estávamos em Vespasiano no sábado, não vimos os shows de Aura,
Elephas, Seu Juvenal, Radiotape, 4, The Melt, Maquiladoras, Soprones e Isso
. Mas no domingo, pudemos ver as apresentações sólidas de Lupe de Lupe, StereoTaxiCo, O Melda, HCR, Pelos de Cachorro, Cajaba,
Slama, Cães do Cerrado e RockNova
.

Em Sabará se via bandas prestigiando mais umas às outras, o que deixou
tudo mais legal, e a maioria das bandas levou seu publico também. O
evento aconteceu em um pequeno sítio com jardinzinhos e até piscina;
não havia um palco propriamente dito e as bandas tocavam tête-à-tête
com o público. Isso criou um clima diferente para os shows, algo
intimista, como se fossem amigos tocando na casa de alguém. Muitos
amigos tocando muito bem na casa de alguém. O som estava bom na
maioria dos shows. As bandas e a organização conseguiram fazer um evento muito bacana em Sabará.

Que venham mais!

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Com reportagem de Dinamite, que ralou joelhos e cotovelos em Sabará.

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Arquivado em Cobertura de Pegada, coletivopegada