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Prévias de Pegada!!

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Prévias Grito Rock 2009 – Aldan

Fórmula infalível para o sucesso

Divulgação Grito Rock 2009

Foto: Divulgação Grito Rock 2009

Em atividade desde 2005, a Aldan é uma banda de rock de Belo Horizonte que conta com Marcus Vinícius Evaristo (Guitarra, violão e voz), Davi Brêtas (Guitarra), Bruno Carlos (bateria e voz) e Carlos Pai (baixo). O quarteto apresenta um som pop, irônico e forte, que pode (ou não) lembrar Pato Fu, Hendrix,Nirvana, Mutantes, Tim Maia, Raul, entre outros. Sem arrogância, a banda apresenta a fórmula resumida do sucesso: letras tragicômicas, melodias divertidas e firmeza na pegada.

O grupo conquistou seu público tocando no circuito universitário e nas principais casas de rock da capital mineira. Tal público é identificável; nem sempre o destino de dezenas de pessoas vestindo camisetas verde limão seja um show de axé.

Vá a um show da Aldan e comprove a tese.

Com dois CDs demos lançados, “Pra se ter uma idéia” (2006) e “Lambe-lambe, a máquina de tirar retrato” (2007), a banda já conseguiu execuções em rádios, notas na imprensa, apresentações na TV e shows no interior de Minas Gerais.
A Aldan é também mão de obra ativa do Coletivo Pegada e este Blog de Pegada aproveitou a proximidade para perguntar ao vocalista, Marcus Vinícius algumas coisas:

Pegada: Qual a oportunidade que a banda vê com o GR 2009?

Marcus: A oportunidade que a Aldan vê é a de fazer o som circular, tocar em novos cantos. O Grito Rock propicia um escambo gigante entre bandas e coletivos, o que também nos interessa muito.

Pegada: No que participar de um coletivo ajuda uma banda?

Marcus: Quem trabalha para a cena independente trabalha também para a própria banda. Antes de reclamar que a cena da cidade é parada e bla-blá-blá, é bom se perguntar; o que eu faço pela cena?

É exatamente na contramão dos “reclamões” que os coletivos aparecem. Trabalham para fazer acontecer, e fazem, de fato, acontecer. Estar dentro de um coletivo ajuda uma banda a se situar dentro dessa nova realidade, onde o artista é mão de obra em toda cadeia produtiva e a articulação entre as frentes de trabalho é essencial para o desenvolvimento da cena independente.

A Aldan se apresenta na prévia para o Grito Rock que acontece amanhã n´A Obra!

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Prévias Grito 2009 – Cães do Cerrado

Sangrando no palco, os braços arrebentados. Os Cães.

Stephanie Boaventura

foto: Stephanie Boaventura

Sem muita técnica e com muito ímpeto, o bando de assaltantes bancários e grupo musical dos Cães do Cerrado tem tudo para ser um grande desastre… Mas o desastre é exatamente o que eles querem! Musicalmente influenciados pelo punk seminal da década de 70, contaminam essa sonoridade estrangeira com suas próprias raízes, sua própria época e suas próprias doenças venéreas para fazer algo intenso, verdadeiro e meio perturbador.

Com músicas fortes e apresentações intensas, os seis doentes mentais que são os Cães fazem um desastre envolvente, com guitarras distorcidas e com alma!

Para conhecer um pouco mais sobre esse banda de salafrários, o Pegada se arriscou a fazer algumas perguntas a eles (nenhum animal foi morto durante a produção deste post):

Pegada: Como a banda se formou?

Malibu:
A Cães do Cerrado se formou da forma mais despretensiosa possível… na verdade, a banda surgiu como uma desculpa para que seis amigos pudessem se encontrar uma vez por semana. Mas a coisa mudou completamente. Poucos meses depois de começarmos a ensaiar, em fins de 2007, começamos a sentir vontade de fazer apresentações e com essa vontade veio a preocupação de fazer algo legal para o público.

Pegada: Que tipo de investimentos vocês fazem na banda?

Malibu: Estudamos música, teórica ou prática, e outras formas de arte. Montamos um estúdio próprio que, apesar de rudimentar, serve como base de operações. Nos encontramos pelo menos uma vez por semana para ensaiar, produzir, ou tratar de assuntos da banda. Contribuímos mensalmente com um valor que poderá ser usado para aquisição de equipamentos ou outros gastos de interesse da banda.

Cães do Cerrado se apresenta nA Obra, no dia 28 de janeiro, concorrendo a uma vaga no Grito Rock BH 2009.

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Grito Rock 2009 Vespasiano

azimute

Surgindo agora na cena independente mineira, o coletivo Azimute, de Vespasiano começa as suas atividades realizando o Grito Rock 2009, na cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. No domingo, 25/1, rolam as prévias, no Bar do Rock, e no dia 7/3, é o dia do festival, no Final Clube.

Com muita vontade de consolidar e profissionalizar a cena em mais uma cidade mineira, o Azimute terá um árduo caminho.

Fred Berli, um dos coordenadores do coletivo nos conta o que eles esperam do trabalho que vem pela frente.

Pegada: Como surgiu o Coletivo Azimute e quem participa dele?

Fred Berli: O Coletivo Azimute surgiu porque Vespasiano é uma cidade que tem gente interessada em agitar culturalmente a cidade, mas faltava (e ainda falta) uma articulação nessas ações. Quando cheguei com a ideia de montar um coletivo, para favorecer o todo, muita gente comprou a ideia, mas efetivamente, ainda temos um número pequeno de pessoas participando. Dentre elas, posso destacar a Luciana Mansur, que tem ajudado muito na parte de mídia e planejamento do Grito Rock.

Outra galera que entrou de cabeça agora na ideia, é o Freddy Marques da banda Konkem e Marcelo Mendes, produtor local que há anos luta pra agitar a cena da cidade. Depois temos uma série de pessoas na cidade que estão ligadas ao coletivo, mas ainda com ajudas pontuais. Acho que o Grito Rock vai fazer muito bem ao Azimute neste aspecto.

Pegada: Faça um apanhado geral da cena independente de Vespasiano, há espaço para os novos artistas?


Fred Berli:
Vespasiano é uma cidade que tem o Rock na veia. Muitas bandas já saíram da cidade e conseguiram resultados expressivos em festivais e eventos fora, como foi o caso do All Keith, em um passado próximo, e atualmente da banda Konkem, que inclusive tocou em um festival em Angra dos Reis ano passado e agora vai tocar nesse mesmo festival, mas dessa vez em Sampa. E bem… a cidade tem dois teatros, um centro de convenções gigantesco, um quarteirão fechado, trasnformado em praça, no Centro, o Funil Clube, o Bar do Rock e uma galera que não perde tempo pra estar com um violão na mão tocando rock em algum buteco da região… logo, acho que sim, tem muito espaço pra novos artistas tanto locais como “forasteiros”. E isso que estou falando apenas da região central da cidade.

Pegada: Como estão os preparativos para o Grito Rock?

Correria total e completa. No ultimo dia 10, foram encerradas as inscrições, e tivemos mais de 50 inscritos de todo o país. Ja temos o local das prévias e do festival fechados bem como o som, agora estamos captando patrocínios e apoios pra pagar as contas. Por enquanto estou um tanto quanto sobrecarregado, mas tenho absoluta certeza de que o Grito vai dar muito certo em Vespasiano e, a partir dele, o Azimute vai lançar bases fortes pra apoiar o circuito da musica independente no norte da grande BH.

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Cobertura de Pegada – Prévias Grito Rock 2009 Belo Horizonte

Votação apertada teve a banda Rocknova como vencedora para tocar no Grito Rock 2009 BH, no dia 19/2

Rocknova, a vencedora da noite!

Rocknova, a vencedora da noite!

O tradicional bar dançante A Obra mais uma vez teve sua porta de vidro do hall de entrada embaçada pelo calor que subia do inferninho ao receber a primeira prévia do Grito Rock 2009 BH, tanto pela lotação da casa quanto pelo ótimo nível dos shows, que fez o clima esquentar ainda mais lá por dentro. Cinco bandas, de estilos e públicos variados, se apresentaram por cerca de 20 minutos, sendo que uma seria selecionada pelo público para participar do festival no dia 19/2. A organização das bandas e da produção foi um ponto forte, já que para quem conhece A Obra e seu espaço físico, sabe o quanto é díficil administrar cinco bandas e seus públicos numa mesma ocasião por lá.

O Rocknova foi a primeira banda a subir no palco com seu pop rock de muito bom gosto, e com uma apresentação concisa e tecnicamente muito boa, já deu as caras de que a noite seria das melhores. Apresentaram ao público algumas canções do seu álbum lançado recentemente, todas fortes candidatas a serem bons hits.

Em seguida se apresenta uma das (boas) novidades da cena de Belo Horizonte, que são os meninos do Utopia!. Embora o pouco tempo de estrada no caminho das músicas autorais, a banda já apresenta uma certa maturidade em suas boas canções, tanto nos arranjos quanto nas letras. Com influência notórias do indie rock dos anos 2000, a banda fez um show muito bom, agradando aos já existentes fãs e conquistando um público novo que ainda não os conhecia. E a tendência é que esse público cresça constantemente.

Utopia!, promessa da cena

Utopia!, promessa da cena

O Pêlos de Cachorro foi a terceira banda a se apresentar. Já conhecida dos palcos belo-horizontinos, não só pelo som, mas também pela estética e pelo trabalho que transcende a música, o grupo fez um show com a competência de sempre, calcado nas músicas do disco “Memorial dos Abismos” (2008), despertando bastante atenção, principalmente daqueles que ainda não conheciam o trabalho dos rapazes .

O hardcore também marcou presença na noite, e foi muito bem representado pelo D´Front. A banda tem uma energia e pegada excelente ao vivo e composições e arranjos bastante originais dentro do segmento que atuam. Um fato inusitado chama a atenção: uma mulher comandando (e muito bem) os beats rápidos da bateria. Conseguiram com que A Obra ficasse ainda menor durante os moshs abertos durante o show. Mais um dos destaques da noite.

Fechando a maratona, o Grupo Porco de Grindcore Interpretativo (que poderia levar uma menção honrosa pelo melhor nome de banda da noite) mostrou seu bizarro grindcore com direito a bateria eletrônica. Causando a estranheza de alguns, chocando outros, fazendo outros rirem e outros a baterem cabeça, a banda cumpriu seu objetivo que é de incomodar o público. E conseguiram muito bem.

No final, méritos ao Rocknova, a banda vencedora na votação. Mas a diferença apertada de votos, entre todas as atrações, foi mais um indicador do alto nível das bandas que se apresentaram na noite.

Clique aqui para ver mais fotos da noite!

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Com reportagem de Luciano Viana
Fotos: Davi Bretas
Edição: Eduardo Curi

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Prévias Grito 2009 – StereoTaxiCo

Um sonho bom. Bem vindo StereoTaxiCo

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Foto: jjbz

Mesmo sendo amigos de longa data, Arthur (guitarra e voz), Giordano (baixo) e Lucas (bateria) descobriram uma grande afinidade musical recentemente, ao se reunirem despretensiosamente em algumas sessões no estúdio do Lucas. Sempre com muita diversão, mas acreditando no trabalho que estavam fazendo, os três deram vazão a sentimentos comuns que se transformaram em músicas contagiantes, com melodias inesperadas. Essas músicas farão parte do primeiro EP da banda, “Quase Conquistei o Mundo”, que está sendo gravado. Três músicas (pré-produção) já estão disponíveis na internet.

Para que vocês possam conhecer um pouco mais sobre o StereoTaxiCo antes do show, este Blog de Pegada conversou com o baterista e mestrando em Educação Física, Lucas Mortimer:

Pegada: Explique o nome da banda.

Lucas: O nome da banda surgiu das minhas experiências laboratoriais. A neuromodulação é uma área muito estudada em sua área de pesquisa; a fisiologia do exercício. O aparato estereotáxico permite o posicionamento preciso da cabeça do paciente dentro de um sistema de coordenadas geométricas, de forma que cada estrutura dentro do cérebro pode ser alcançada a partir do exterior.

Da mesma forma, o StereoTaxiCo quer prender a atenção do público e estimular as várias áreas cerebrais das pessoas, principalmente as áreas relacionadas aos sentimentos mais raros e os medos mais profundos. Além disso, queremos levar todos juntos na nossa Companhia de Taxi Stereo, por todos os caminhos e viagens malucas que venhamos a transformar em música.

Pegada: Como usar a internet para ajudar na divulgação da banda, já que nem sempre há tantos lugares para tocar ao vivo e fazer shows?

Lucas: A internet é certamente um meio essencial para divulgação de uma banda independente. Geralmente, as pessoas que estão à procura de música de qualidade, mas “diferente” daquela que geralmente se escuta nas rádios, utilizam a internet como ferramenta de busca. Mas ela deve ser bem utilizada e não só atrair novos ouvidos, como mantê-los grudados. Para isso, é preciso uma renovação constante no conteúdo e expansão contínua das informações. No entanto, acho que nada disso vale a pena se a banda não colocar a cara a tapa e se apresentar nos lugares que se abrirem pra ela, mesmo que esses lugares sejam poucos e algumas vezes (infelizmente) de baixa qualidade. Mas a solução para isso é não ficar lamentando e correr atrás de novos espaços de qualidade para apresentar o som da banda.

StereoTaxiCo se apresenta nA Obra, no dia 28 de janeiro, concorrendo a uma vaga no Grito Rock BH 2009.

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Grito Rock 2009 Sabará – 4ª prévia

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